segunda-feira, 31 de maio de 2010
Trabalho de Religião
Na nossa opnião é meio que uma vida de "laboratorio" porque um DNA criado em um laboratorio pode sim ser chamado de uma vida criada em um laboratorio.
Alem do mais que eles estão estudando essa posibilidade de isso acontecer.
Mais de forma alguma na minha opnião vai ser uma vida . Vida é uma coisa que dois seres humanos juntos fazem ,não um cientista.
Bruna e Giovana
Bruno S. Rosso T:61
Vinicius turma: 61
Na verdade não quanto a esse experimento, no qual, tanto quanto sei, fizeram esse DNA "sintético" usando o maquinário bioquímico de leveduras não qualquer tipo de reação espontânea. E nem alguma coisa que seja muito sintética. Eu acho que não é a prova da vida mais acho que isso mostra que é possível fazerem isso. Acho que a célula sintética só tem o pode de curar mesmo. eu acho também que a Santa Sé está um pouco equivocada também dizendo que o DNA não é um motor do qual se muda um êmbolo. Mais esse experimento me deixou um pouco confuso por que nas células tem o DNA que é como um computador ...
trabalho de religião!!!
Trata-se de "um trabalho de engenharia genética de alto nível", mas "na realidade, a vida não foi criada".Ele teve razão de falar isso.A vida, de certo modo nao começou ali,não foi criada
Com o avanço da tecnologia,certas coisas são possiveis.Como isso por exemplo.
Nos acreditamos que a primeira e a mais correta,mais tambem nao descordamos da segunda.
É como se as duas tivesem uma logica igual,mais com opinioes diferentes.um diz sim e o outro não.
De certo modo sim, ali surgia uma nova vida.Nao uma vida,como estamos a ver,mais uma vida composta por celulas.
Tambem de certo modo não,que a vida não surgia ali.
É muito dificil com palavra escrever uma coisa para assim.
Pra nos os dois modos estao certos.É muito complicado
nome:Pamela maidana e jhenifer gattermann
Leonardo Luca (Não Lucas ¬¬) T:61
domingo, 30 de maio de 2010
Para Vaticano, célula sintética é 'um motor muito bom, mas não é a vida'
Em artigo publicado em jornal, pediatra do Vaticano elogia descoberta e crê que ela pode ser usada 'para o bem'. Ao mesmo tempo, pede 'muita cautela'.
France Presse
O jornal do Vaticano L'Osservatore Romano, ao noticiar nesta sexta-feira (21) a criação da primeira célula viva dotada de um genoma sintético, afirmou que a descoberta é um "motor muito bom", mas não é um tema que envolva a criação de uma nova vida".
A descoberta científica foi anunciada na primeira página da publicação. A Santa Sé fez seu primeiro comentário oficial sobre o tema através de um artigo opinativo assinado pelo pediatra Carlo Bellieni.
Trata-se de "um trabalho de engenharia genética de alto nível", mas "na realidade, a vida não foi criada", só "houve uma substituição em um de seus motores", afirmou o médico em seu artigo.
"Mais além das proclamações e das manchetes, foi conseguido um resultado interessante que pode ter aplicações e regras, como acontece com tudo o que toca o coração da vida", opinou.
Ao destacar que "a engenharia genética pode trabalhar para o bem", Bellieni destacou que, entre outras questões que envolvam o tratamento de "enfermidades cromossômicas" deve-se ter "muita precaução".
"As ações sobre o genoma podem - e o desejamos - curar, mas entram em um terreno muito frágil, no qual o entorno e a manipulação desempenham papel que não deve ser subestimado", destaca o médico.
"O DNA não é um motor do qual se muda um êmbolo, mas uma parte do ser vivo no qual estímulos inoportunos, embora realizados com boa intenção, podem 'apagar' os genes de forma inesperada", explica, recordando as preocupações com "os possíveis desenvolvimentos futuros dos organismos geneticamente modificados".
A criação da primeira célula viva dotada de um genoma sintético foi revelada na quinta-feira, abrindo o caminho para a fabricação de organismos artificiais, segundo os autores da pesquisa realizada nos Estados Unidos.
Cientistas montam célula controlada por genoma fabricado em laboratório
Estudo abriria caminho para produção de bactérias artificiais sob medida.
Grupo é liderado pelo polêmico J. Craig Venter, o ‘pai do genoma’.
Do G1, em São Paulo
artigo publicado pela 'Science'
Cientistas do Instituto J. Craig Venter anunciaram nesta quinta-feira (20) o desenvolvimento da primeira célula controlada por um genoma sintético. Agora, esperam usar o método para compreender melhor o mecanismo básico que guia todas as formas de vida e para desenvolver bactérias sob medida que, por exemplo, produzam biocombustível ou ajudem a limpar vazamentos de petróleo. O instituto entrou com pedidos de patente para salvaguardar direitos de propriedade intelectual sobre algumas das técnicas desenvolvidas.
Entenda o que é genoma e como ele guarda 'receita' para construir um ser vivo
O grupo já havia sintetizado quimicamente um genoma de bactéria, e também já havia transplantado o genoma de uma bactéria para outra. Agora, o cientista Daniel Gibson e seus colegas (todos empregados no instituto criado pelo empresário-biólogo Craig Venter) juntaram os dois métodos para criar o que batizaram de “célula sintética” – ainda que apenas o genoma da célula seja sintético. "Nós chamamos de sintético porque a célula é totalmente derivada de um cromossomo fabricado em um sintetizador químico, com base em informações em um computador”, explicou Venter.
O genoma sintético é uma cópia de genoma da bactéria Mycoplasma mycoides. Só que à cópia foram adicionadas sequências de DNA montadas em laboratório que serviram como marcas d’água para distingui-la de um genoma natural. O resultado, transplantado na bactéria Mycoplasma capricolum, deu “reboot” nas células receptoras. Na hora do transplante, 14 genes foram deletados ou rompidos, mas mesmo assim as M. mycoides se comportaram como M. mycoides normais, e só produziram proteínas próprias de M. mycoides.
“Se os métodos que descrevemos no artigo puderem ser generalizados, projeto, síntese, montagem e transplante de cromossomos sintéticos não serão mais uma barreira para o progresso da biologia sintética”, escrevem os pesquisadores. “É uma ferramenta muito poderosa para tentar projetar o que desejamos que a biologia faça. Temos uma ampla gama de aplicações em mente”, avisa Venter.
Uma das propostas de Venter (que ele vem propagandeando não é de hoje) é fazer sua "vida 2.0" produzir etanol (álcool) ou hidrogênio, como forma barata de obtenção desses combustíveis limpos. O cientista-empresário já foi acusado de estar criando a "Micróbiosoft" (em referência à Microsoft de Bill Gates), impedindo o uso livre da chamada biologia sintética e mesmo monopolizando a tecnologia.
Outros cientistas defendem a chamada "biologia sintética open-source" (de fonte aberta), na qual as informações para a construção de novos organismos ficariam disponíveis para uso gratuito de toda a comunidade científica.